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Inovação na construção: apartamento tipo lego

Já imaginou comprar um apartamento e aumentar ou reduzir o número de cômodos ao longo de sua vida e conforme suas necessidades? Esse exemplo de construtech será apresentado na Qualicon 2018 – Rumo à inovação, promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-ES) nos próximos dias 7, 8 e 9 de agosto, no Centro de Eventos de Carapina, em Vitória (ES).

 

A startup pernambucana que está inovando ao criar um novo modelo de prédio onde os apartamentos são módulos (tipo um lego) que podem ser incorporados ou separados conforme a necessidade do proprietário chama-se Molegolar. A tecnologia torna os imóveis resilientes por meio da concepção de casas e edifícios compostos por módulos flexíveis que podem funcionar de forma independente ou podem ser combinados entre si para formar unidades de vários tamanhos em qualquer pavimento, a qualquer momento.

 

O CEO fundador da Molegolar, Saulo Suassuna Filho, fará a apresentação do modelo inovador. “É uma forma nova e disruptiva de conceber os empreendimentos imobiliários. A concepção dos projetos é feita a partir de módulos que podem ser combinados ou descombinados para que ao longo da vida dos moradores do imóvel as residências podem ser aumentadas ou diminuídas conforme a necessidade do usuário em cada momento da sua vida”, explica Saulo.

 

“O desenvolvedor pode moldar sua oferta para qualquer demanda existente, acelerando as vendas e reduzindo os riscos do empreendimento. Os clientes podem comprar módulos planejando toda a sua vida, aumentando ou reduzindo sua casa de acordo com sua fase ou situação de vida. Por exemplo, podem comprar 2 módulos, viver em um deles e alugar o outro até que seus filhos nasçam. Por outro lado, quando seus filhos crescerem e se casarem, ou saírem de casa, é possível reduzir sua residência, destacando módulos para atender sua nova necessidade de espaço”, completa.

 

A flexibilidade dos módulos, que têm escrituras independentes, também favorece outras situações: em casos de herança, por exemplo, a partilha de bens é facilitada através da separação das escrituras entre os filhos, ou mesmo entre marido e mulher, em casos de divórcio.

 

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Fonte: CBIC