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Doações à Campanha do Agasalho são entregues ao Coletivo Conexões Londrina

Durante o mês de maio e início de junho, o Sinduscon Mais Solidário realizou a tradicional Campanha do Agasalho da entidade. Por conta da pandemia, os pontos de coleta foram reduzidos, mas não a generosidade dos que fizeram as doações.  A quantidade arrecadada superou as expectativas.  Este ano, colaboraram com a Campanha os seguintes parceiros: Plaenge, Vectra, Aurora Shopping e Cia do Impermeabilizante.



A atual embaixadora do Sinduscon Mais Solidário, Gisele de Nobrega, fez a entrega das doações na última quarta-feira (24/06), ao Coletivo Conexões Londrina, que vem realizando ações em diferentes pontos do entorno de Londrina. Os itens arrecadados (roupas, sapatos e cobertores) serão dispostos em bazares gratuitos organizados pelo grupo. “Quando fazemos o bazar, entramos em contato com uma liderança da comunidade para ajudar com a questão da infraestrutura. Organizamos o espaço em seções, como se fosse uma loja de departamentos. E cada pessoa que entra tem direito a pegar cinco itens por membro da família”, explica a coordenadora Lua Gomes.



Para chegar aos locais que mais precisam de ajuda, os voluntários do Conexões Londrina visitam os bairros carentes e identificam demandas. “Temos ações de alimentos perecíveis, não perecíveis, bazar, café da tarde, atendimentos domiciliar e fisioterapêutico; fazemos pontes com outros grupos de atividade popular, como o grupo de médicos populares. O Conexões é isso. É fazer pontes”, define.



O trabalho do grupo é de iniciativa individual; atualmente utilizam o espaço do Seminário Centro Juvenil Vocacional, no Jardim Shangri-La, para armazenar as doações. “Foi uma gentileza da paróquia. Temos um trabalho em conjunto com eles, que são nossos parceiros e voluntários em algumas ações.”



O grupo é muito bem organizado; segue um minucioso protocolo de preparo para os bazares: todas as roupas recebidas entram em quarentena por 48 horas, seguindo as determinações da OMS. Depois é feita a triagem e antes de as peças chegarem ao local do bazar passam por mais 48 horas de quarentena a fim de eliminar os riscos de contaminação pelo Coronavirus. O Conexões Londrina realiza bazares todos os finais de semana.



“É um trabalho colaborativo; de iniciativa individual. Não temos patrocinadores, nenhuma empresa vinculada”, esclarece a coordenadora, que trabalha como educadora social desde 2016. “Nosso projeto inicial não é de assistência; é de formação, empreendedorismo, incubadora de negócios dentro das favelas. Mas agora a realidade é outra; o que as pessoas precisam é comer, é se proteger do frio. Nesse contexto pandêmico é que surgiu a necessidade de expor nosso trabalho como uma marca; assim nasceu o Conexões Londrina”, relata Lua.



“Nosso trabalho é o de manter qualidade de vida dentro da favela. É um contexto de realidade de pessoas que não têm condições de viver em isolamento social. Então se o plano A para se proteger em uma pandemia, em uma situação de caos sanitário mundial, é o isolamento social – e isso é inviável para um determinado grupo de pessoas – a gente vai agir no plano B, que é o de levar uma qualidade de vida mínima para que eles possam resistir.”



 O trabalho do grupo pode ser acompanhado pelo instagram: @conexoeslondrina. Siga-nos lá também: @sindusconmaissolidario



Durante o mês de maio e início de junho, o Sinduscon Mais Solidário realizou a tradicional Campanha do Agasalho da entidade. Por conta da pandemia, os pontos de coleta foram reduzidos, mas não a generosidade dos que fizeram as doações.  A quantidade arrecadada superou as expectativas.  Este ano, colaboraram com a Campanha os seguintes parceiros: Plaenge, Vectra, Aurora Shopping e Cia do Impermeabilizante.



A atual embaixadora do Sinduscon Mais Solidário, Gisele de Nobrega, fez a entrega das doações na última quarta-feira (24/06), ao Coletivo Conexões Londrina, que vem realizando ações em diferentes pontos do entorno de Londrina. Os itens arrecadados (roupas, sapatos e cobertores) serão dispostos em bazares gratuitos organizados pelo grupo. “Quando fazemos o bazar, entramos em contato com uma liderança da comunidade para ajudar com a questão da infraestrutura. Organizamos o espaço em seções, como se fosse uma loja de departamentos. E cada pessoa que entra tem direito a pegar cinco itens por membro da família”, explica a coordenadora Lua Gomes.



Para chegar aos locais que mais precisam de ajuda, os voluntários do Conexões Londrina visitam os bairros carentes e identificam demandas. “Temos ações de alimentos perecíveis, não perecíveis, bazar, café da tarde, atendimentos domiciliar e fisioterapêutico; fazemos pontes com outros grupos de atividade popular, como o grupo de médicos populares. O Conexões é isso. É fazer pontes”, define.



O trabalho do grupo é de iniciativa individual; atualmente utilizam o espaço do Seminário Centro Juvenil Vocacional, no Jardim Shangri-La, para armazenar as doações. “Foi uma gentileza da paróquia. Temos um trabalho em conjunto com eles, que são nossos parceiros e voluntários em algumas ações.”



O grupo é muito bem organizado; segue um minucioso protocolo de preparo para os bazares: todas as roupas recebidas entram em quarentena por 48 horas, seguindo as determinações da OMS. Depois é feita a triagem e antes de as peças chegarem ao local do bazar passam por mais 48 horas de quarentena a fim de eliminar os riscos de contaminação pelo Coronavirus. O Conexões Londrina realiza bazares todos os finais de semana.



“É um trabalho colaborativo; de iniciativa individual. Não temos patrocinadores, nenhuma empresa vinculada”, esclarece a coordenadora, que trabalha como educadora social desde 2016. “Nosso projeto inicial não é de assistência; é de formação, empreendedorismo, incubadora de negócios dentro das favelas. Mas agora a realidade é outra; o que as pessoas precisam é comer, é se proteger do frio. Nesse contexto pandêmico é que surgiu a necessidade de expor nosso trabalho como uma marca; assim nasceu o Conexões Londrina”, relata Lua.



“Nosso trabalho é o de manter qualidade de vida dentro da favela. É um contexto de realidade de pessoas que não têm condições de viver em isolamento social. Então se o plano A para se proteger em uma pandemia, em uma situação de caos sanitário mundial, é o isolamento social – e isso é inviável para um determinado grupo de pessoas – a gente vai agir no plano B, que é o de levar uma qualidade de vida mínima para que eles possam resistir.”



 O trabalho do grupo pode ser acompanhado pelo instagram: @conexoeslondrina. Siga-nos lá também: @sindusconmaissolidario